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domingo, maio 25, 2008

DVD do III Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Civil, Coimbra 2007

O DVD inclui:
-Os videos de todas as conferências
-Documentação do IIIENEEC
-Fotos do Mega Convívio

Se participaste no III ENEEC passa no teu núcleo até ao dia 23 de Maio para levares o DVD a que tens direito.

O prazo foi alargado até ao dia 28 de Maio.

Ruptura de uma conduta na barragem de Massingir


"Medo de enchente leva à evacuação de aldeias moçambicanas

Maputo, 23 Maio (Lusa) - Nove aldeias ao longo do rio Limpopo, em Moçambique, foram evacuadas devido ao receio de inundações provocado por uma ruptura na saída do tubo condutor que alimenta a central hidroeléctrica de Massingir, publicou nesta sexta-feira o jornal Notícias de Maputo.

O jornal, que cita a directora-geral da Administração Regional de Águas do Sul (ARA-Sul), Olinda de Sousa, diz que a ruptura pode liberar um volume de mil metros cúbicos de água por segundo.

Olinda de Sousa admitiu que o rompimento pode ter sido provocado pela pressão da água represada, uma vez que a barragem não costuma armazenar um volume tão grande de água.

Situado na província de Gaza, o reservatório registrava, na quinta-feira, 122 metros de água, contra os 115 habituais. Apenas nas cheias de 2000 a represa registrou um nível de água similar, com um máximo de 124 metros.

Por conta das descargas efectuadas pela barragem de Massingir, o rio Limpopo transporta, neste momento, cerca de três mil metros cúbicos de água por segundo - valor considerado acima da capacidade de encaixe em seu leito."

in Agência Lusa

O vídeo pode ser visto aqui

quinta-feira, maio 15, 2008

Resultados das eleições para o NEEC/AAC

Os resultados finais escrutinados são os seguintes:

Votantes ………………………………………………………. 358 votos

Lista M - ……………………………………………………..... 99 votos

Lista P –……………………………………………………….. 212 votos

Brancos ……………………………………………………….. 29 votos

Nulos ………………………………………………………….. 15 votos

Envelopes …………………………………………………………. 3 votos

A lista vencedora com 212 votos foi a lista P.

Fazem parte desta os seguintes membros:

Mesa de Plenário

Presidente Custódio Miguel de Aguiar Miguens

Vice-Presidente João Ricardo Melo Pinheiro

Secretário Andreia Filipa Almeida Rodrigues

Suplente Telmo Fernandes Ferreira

Direcção

Presidente João Paulo Rodrigues Oliveira

Vice-Presidente Nuno Miguel Saraiva das Neves

Tesoureiro Bruno Edgar Vaz Rodrigues

Secretário António José Malta Brás

Vogais

1º Vogal José Pedro Luxo Maia

2º Vogal João Miguel Santos Dias

3º Vogal Cedrico Pedrosa Marques Moderno

4º Vogal Rui Daniel dos Reis

5º Vogal Guilherme Francisco Lucas Dias Rodrigues

6º Vogal Ana Raquel Carvalho Ferreira

7º Vogal Tiago Manuel Soares Duarte

Suplentes

Eduardo Luís Sousa Vieira

João Miguel Guiné Oliveira Seixas

Rui Ribeiro de Matos Mendes

Andreia Sofia Silva Soares

quinta-feira, maio 01, 2008

Jantar do DEC muda de local

O jantar do DEC que se vai realizar na próxima Segunda-feira, dia 5 de Maio às 20h30m teve que mudar de local. Assim, em vez de ser no Restaurante Nobreza será no Restaurante Cova Funda - Espanhol, localizado na Rua da Sofia.
Esta mudança deve-se ao facto do Restaurante Nobreza ter encerrado. Pedimos desde já desculpa por esta mudança de última hora, mas tratam-se de motivos aos quais a organização é alheia.
Saudações Académicas e Boa Queima das Fitas 2008!
NEEC/AAC

quarta-feira, abril 30, 2008

Metro vai estar a funcionar em Janeiro de 2011


O presidente da sociedade Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, afirmou ontem, na Lousã, que em Janeiro de 2011 o metro ligeiro de superfície deverá estar a circular no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra Parque

Álvaro Maia Seco intervinha na Assembleia Municipal da Lousã, a primeira em que a Metro Mondego discutiu com os deputados municipais o projecto, desde que foi apresentado há dois anos na sua nova versão pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
O projecto insere-se no Sistema de Mobilidade do Mondego que prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo “tram-train” - com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã, entre Coimbra e Serpins (Lousã), e na cidade de Coimbra.
Respondendo às dúvidas de elementos do recém-criado Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL), que exige um estudo em que seja ponderada a modernização e electrificação da linha, o presidente da MM afirmou que o novo sistema de transporte vai diminuir os tempos de viagem e «transportar as pessoas até mais próximo dos seus destinos».
Criado há cerca de um mês, o MDRL lançou uma petição a exigir ao Governo que realize um estudo que «pondere a electrificação e modernização das infra-estruturas e dos comboios», antes de «qualquer alteração definitiva». O documento exige ainda que «qualquer alteração» garanta a «manutenção ou redução dos preços das tarifas cobradas, aumento da velocidade do transporte, número de lugares sentados, frequência do transporte, redução do impacto ambiental, manutenção da ligação à rede ferroviária nacional e a gestão pública do Ramal».
Álvaro Maia Seco garantiu que a frequência dos transportes vai aumentar, com ligações de 30 em 30 minutos, e que as futuras composições serão dimensionadas para que a maioria dos passageiros viaje sentado. Assumiu ainda que a linha será electrificada a 750 voltes e que a sua gestão continuará a ser pública através da sociedade MM.
Quanto ao tarifário a praticar, outra das preocupações do MDRL, Álvaro Maia Seco disse que ainda não estão definidos, mas que os «níveis de grandeza andarão à volta dos praticados actualmente».
Defendendo a solução do metro como a mais «equilibrada» para o Ramal da Lousã, o responsável da MM disse que o actual sistema, de automotoras a diesel, entre Serpins e Coimbra Parque, «só serve para despejar pessoas de Lousã e Miranda do Corvo» na cidade. «Com a solução metro vamos servir melhor os utentes e distribuí-los até mais próximo dos seus locais de destino», frisou.
O responsável garantiu ainda que a modernização da linha se vai desenvolver em três empreitadas, com o lançamento dos concursos públicos em Julho (troço Serpins- Miranda do Corvo), Setembro (Miranda do Corvo-Alto de S. João) e Outubro deste ano (Alto de S. João-Coimbra Parque), mas com os troços a entrarem em funcionamento todos ao mesmo tempo. Por definir está o concurso entre Coimbra Parque e Coimbra B, que deverá ser lançado uns meses depois e entrar em funcionamento também mais tarde.
Durante a realização dos trabalhos na ferrovia, Álvaro Maia Seco alertou para a «inevitabilidade» de se proceder ao encerramento da linha por um período de dois anos, que será compensada com transportes alternativos com «a melhor qualidade possível», para não se perder passageiros no futuro.
«Uma das nossas preocupações era o atravessamento rodoviário em Ceira, situação que vai ser resolvida com uma variante e a eliminação dos actuais semáforos que congestionavam o trânsito», adiantou.
Na sessão com os deputados da Assembleia Municipal da Lousã, Álvaro Maia Seco anunciou ainda que «se tudo correr bem até ao final de Junho» será lançado o concurso público internacional para a aquisição de material circulante.

Fonte: Diário de Coimbra clique aqui

Barragens: "É muito difícil" que avancem projectos fora do Plano Nacional - responsável da EDP


Coimbra, 29 Abr (Lusa) - Um responsável da EDP considerou hoje "muito difícil" que venham a ser viabilizados eventuais projectos hidroeléctricos fora do Plano Nacional de Barragens (PNB), apresentado pelo Governo.

"Os dez projectos postos a concurso já têm uma avaliação ambiental estratégica. Os que surgirem foram deste lote vão ter mais problemas", disse à agência Lusa Luís Lopes dos Santos.
Este representante da Direcção de Desenvolvimento de Negócios da EDP-Produção falava no Pólo II da Universidade de Coimbra (UC), no final de uma conferência que proferiu, subordinada ao tema "Aproveitamentos Hidroeléctricos - Os Novos Projectos da EDP".
Reafirmando o que já tinha respondido, na fase de debate, a um docente do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, Luís Lopes dos Santos frisou, no entanto, que "não é de todo proibido apresentar e analisar propostas alternativas" para construir barragens não previstas no Plano Nacional.
O orador sublinhou que o PNB envolve dez barragens, cumprindo à partida todas elas as exigências ambientais no plano legal.
Por exemplo, segundo o responsável da EDP, "nenhum desses projectos está na Rede Natura 2000".
"É muito difícil, mas não quer dizer que só estas barragens é que se podem fazer", acentuou, afastando uma eventual exclusividade da EDP nas candidaturas para a construção dos empreendimentos hidroeléctricos.
Na escolha dos locais para implantar os dez projectos que integram o PNB, "procura-se duas coisas": a existência de água em abundância e a queda.
Ou seja, explicou, o desnível que imprime à corrente a força necessária para mover as turbinas da central e, assim, produzir energia em quantidade que justifique o investimento.
A intervenção de Luís Lopes dos Santos integrou o programa "Conferências @ DEC", uma iniciativa do Núcleo de Estudantes de Engenharia Civil da Associação Académica de Coimbra, a decorrer até quarta-feira no auditório do Departamento de Engenharia Civil da UC.
O novo Plano Director Municipal (PDM) de Coimbra, o projecto de mobilidade da Metro Mondego para Coimbra e o Ramal da Lousã, as travessias do rio Tejo e o novo aeroporto de Lisboa são alguns dos temas em debate.
CSS.
Lusa/Fim
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-04-29 17:40:03

http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342849&visual=26&tema=4

Coimbra: Autarca exige mais serviços e investimentos do Estado na Região Centro


Coimbra: Autarca exige mais serviços e investimentos do Estado na Região Centro


Coimbra, 29 de Abr (Lusa) - O vice-presidente da Câmara de Coimbra, João Rebelo, criticou hoje a concentração dos "grandes investimentos" do Estado em Lisboa e Porto, defendendo que alguns serviços públicos devem ser transferidos para a cidade do Mondego.

"É necessário deslocar de Lisboa para Coimbra um conjunto de serviços que reforcem uma estrutura urbana nacional equilibrada", disse João Rebelo aos jornalistas, no final de uma intervenção no Pólo II da Universidade de Coimbra (UC).
Antigo "número dois" da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCRDC), o autarca do PSD recordou que, nessa qualidade, participou na consolidação de uma "rede policêntrica" que integra as principais cidades da região, que considerou "a mais equilibrada" de Portugal.
João Rebelo participava no ciclo de "Conferências @ DEC", promovido pelo Núcleo de Estudantes de Engenharia Civil da Associação Académica de Coimbra, a decorrer até quarta-feira no auditório do Departamento de Engenharia Civil da UC.
Na sua opinião, o Estado, que através da CCDRC apostou nas últimas duas décadas no "reforço desse policentrismo", "tem agora que ser coerente", deslocando para o Centro, especialmente para Coimbra, "alguns dos serviços públicos" que funcionam nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.
Enquanto cidade que está no centro do território entre os rios Douro e Tejo, Coimbra "é claramente um centro que deve ser alternativa" às duas principais áreas urbanas do país.
João Rebelo, que também foi director regional do Ambiente do Centro, salientou, a título de exemplo, que só o desnivelamento do caminho-de-ferro no âmbito projecto de reabilitação da Frente Ribeirinha, em Lisboa, custará 400 milhões de euros.
Um montante que, em tom crítico, Rebelo fez questão de comparar aos cerca de 300 milhões de euros que, a preços actuais, deveria custar o projecto do metro que a Metro Mondego tenta desde 1996, ainda sem sucesso, implementar na cidade de Coimbra e no ramal ferroviário da Lousã.
"Andamos a discutir o metro há 15 anos", lamentou.
Por outro lado, realçou que os custos da futura ponte sobre o rio Tejo, entre Chelas e o Barreiro, correspondem ao montante das verbas do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) a que terão acesso a totalidade dos municípios da Região Centro, até 2013.
Outro dos obstáculos ao desenvolvimento de Coimbra têm sido, segundo o vice-presidente da Câmara, a não criação no concelho, nos últimos 20 anos, de "qualquer zona industrial infra-estruturada", depois da inauguração da zona industrial de Taveiro, na década de 80.
Uma lacuna a que deverá responder o parque de inovação e ciência iParque, onde várias empresas vão instalar-se a partir do próximo Verão.
João Rebelo dissertou sobre "O Novo PDM de Coimbra", resultante de uma revisão que ainda não está em vigor.
Um Plano Director Municipal (PDM) "é cada vez mais um trabalho de casa" com vista ao desenvolvimento local, nas diferentes áreas, sendo cada vez menor o seu papel original de "instrumento de gestão urbanística", defendeu.
O novo PDM de Coimbra, o projecto de mobilidade da Metro Mondego para Coimbra e o Ramal da Lousã, as travessias do rio Tejo e o novo aeroporto de Lisboa são alguns dos temas em debate no ciclo de "Conferências @ DEC", que termina quarta-feira.

CSS.

Lusa/Fim

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-04-29 19:30:01

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