Se participaste no III ENEEC passa no teu núcleo até ao dia 23 de Maio para levares o DVD a que tens direito.
O prazo foi alargado até ao dia 28 de Maio.
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Os resultados finais escrutinados são os seguintes:
Votantes ………………………………………………………. 358 votos
Lista M - ……………………………………………………..... 99 votos
Lista P –……………………………………………………….. 212 votos
Brancos ……………………………………………………….. 29 votos
Nulos ………………………………………………………….. 15 votos
Envelopes …………………………………………………………. 3 votos
A lista vencedora com 212 votos foi a lista P.
Fazem parte desta os seguintes membros:
Mesa de Plenário
Presidente Custódio Miguel de Aguiar Miguens
Vice-Presidente João Ricardo Melo Pinheiro
Secretário Andreia Filipa Almeida Rodrigues
Suplente Telmo Fernandes Ferreira
Direcção
Presidente João Paulo Rodrigues Oliveira
Vice-Presidente Nuno Miguel Saraiva das Neves
Tesoureiro Bruno Edgar Vaz Rodrigues
Secretário António José Malta Brás
Vogais
1º Vogal José Pedro Luxo Maia
2º Vogal João Miguel Santos Dias
3º Vogal Cedrico Pedrosa Marques Moderno
4º Vogal Rui Daniel dos Reis
5º Vogal Guilherme Francisco Lucas Dias Rodrigues
6º Vogal Ana Raquel Carvalho Ferreira
7º Vogal Tiago Manuel Soares Duarte
Suplentes
Eduardo Luís Sousa Vieira
João Miguel Guiné Oliveira Seixas
Rui Ribeiro de Matos Mendes
Andreia Sofia Silva Soares
O presidente da sociedade Metro Mondego, Álvaro Maia Seco, afirmou ontem, na Lousã, que em Janeiro de 2011 o metro ligeiro de superfície deverá estar a circular no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra Parque
Álvaro Maia Seco intervinha na Assembleia Municipal da Lousã, a primeira em que a Metro Mondego discutiu com os deputados municipais o projecto, desde que foi apresentado há dois anos na sua nova versão pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
O projecto insere-se no Sistema de Mobilidade do Mondego que prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície do tipo “tram-train” - com capacidade para circular nos eixos ferroviários, urbanos, suburbanos e regionais - no Ramal da Lousã, entre Coimbra e Serpins (Lousã), e na cidade de Coimbra.
Respondendo às dúvidas de elementos do recém-criado Movimento de Defesa do Ramal da Lousã (MDRL), que exige um estudo em que seja ponderada a modernização e electrificação da linha, o presidente da MM afirmou que o novo sistema de transporte vai diminuir os tempos de viagem e «transportar as pessoas até mais próximo dos seus destinos».
Criado há cerca de um mês, o MDRL lançou uma petição a exigir ao Governo que realize um estudo que «pondere a electrificação e modernização das infra-estruturas e dos comboios», antes de «qualquer alteração definitiva». O documento exige ainda que «qualquer alteração» garanta a «manutenção ou redução dos preços das tarifas cobradas, aumento da velocidade do transporte, número de lugares sentados, frequência do transporte, redução do impacto ambiental, manutenção da ligação à rede ferroviária nacional e a gestão pública do Ramal».
Álvaro Maia Seco garantiu que a frequência dos transportes vai aumentar, com ligações de 30 em 30 minutos, e que as futuras composições serão dimensionadas para que a maioria dos passageiros viaje sentado. Assumiu ainda que a linha será electrificada a 750 voltes e que a sua gestão continuará a ser pública através da sociedade MM.
Quanto ao tarifário a praticar, outra das preocupações do MDRL, Álvaro Maia Seco disse que ainda não estão definidos, mas que os «níveis de grandeza andarão à volta dos praticados actualmente».
Defendendo a solução do metro como a mais «equilibrada» para o Ramal da Lousã, o responsável da MM disse que o actual sistema, de automotoras a diesel, entre Serpins e Coimbra Parque, «só serve para despejar pessoas de Lousã e Miranda do Corvo» na cidade. «Com a solução metro vamos servir melhor os utentes e distribuí-los até mais próximo dos seus locais de destino», frisou.
O responsável garantiu ainda que a modernização da linha se vai desenvolver em três empreitadas, com o lançamento dos concursos públicos em Julho (troço Serpins- Miranda do Corvo), Setembro (Miranda do Corvo-Alto de S. João) e Outubro deste ano (Alto de S. João-Coimbra Parque), mas com os troços a entrarem em funcionamento todos ao mesmo tempo. Por definir está o concurso entre Coimbra Parque e Coimbra B, que deverá ser lançado uns meses depois e entrar em funcionamento também mais tarde.
Durante a realização dos trabalhos na ferrovia, Álvaro Maia Seco alertou para a «inevitabilidade» de se proceder ao encerramento da linha por um período de dois anos, que será compensada com transportes alternativos com «a melhor qualidade possível», para não se perder passageiros no futuro.
«Uma das nossas preocupações era o atravessamento rodoviário em Ceira, situação que vai ser resolvida com uma variante e a eliminação dos actuais semáforos que congestionavam o trânsito», adiantou.
Na sessão com os deputados da Assembleia Municipal da Lousã, Álvaro Maia Seco anunciou ainda que «se tudo correr bem até ao final de Junho» será lançado o concurso público internacional para a aquisição de material circulante.
Fonte: Diário de Coimbra clique aqui

Coimbra, 29 Abr (Lusa) - Um responsável da EDP considerou hoje "muito difícil" que venham a ser viabilizados eventuais projectos hidroeléctricos fora do Plano Nacional de Barragens (PNB), apresentado pelo Governo.
"Os dez projectos postos a concurso já têm uma avaliação ambiental estratégica. Os que surgirem foram deste lote vão ter mais problemas", disse à agência Lusa Luís Lopes dos Santos.
Este representante da Direcção de Desenvolvimento de Negócios da EDP-Produção falava no Pólo II da Universidade de Coimbra (UC), no final de uma conferência que proferiu, subordinada ao tema "Aproveitamentos Hidroeléctricos - Os Novos Projectos da EDP".
Reafirmando o que já tinha respondido, na fase de debate, a um docente do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC, Luís Lopes dos Santos frisou, no entanto, que "não é de todo proibido apresentar e analisar propostas alternativas" para construir barragens não previstas no Plano Nacional.
O orador sublinhou que o PNB envolve dez barragens, cumprindo à partida todas elas as exigências ambientais no plano legal.
Por exemplo, segundo o responsável da EDP, "nenhum desses projectos está na Rede Natura 2000".
"É muito difícil, mas não quer dizer que só estas barragens é que se podem fazer", acentuou, afastando uma eventual exclusividade da EDP nas candidaturas para a construção dos empreendimentos hidroeléctricos.
Na escolha dos locais para implantar os dez projectos que integram o PNB, "procura-se duas coisas": a existência de água em abundância e a queda.
Ou seja, explicou, o desnível que imprime à corrente a força necessária para mover as turbinas da central e, assim, produzir energia em quantidade que justifique o investimento.
A intervenção de Luís Lopes dos Santos integrou o programa "Conferências @ DEC", uma iniciativa do Núcleo de Estudantes de Engenharia Civil da Associação Académica de Coimbra, a decorrer até quarta-feira no auditório do Departamento de Engenharia Civil da UC.
O novo Plano Director Municipal (PDM) de Coimbra, o projecto de mobilidade da Metro Mondego para Coimbra e o Ramal da Lousã, as travessias do rio Tejo e o novo aeroporto de Lisboa são alguns dos temas em debate.
CSS.
Lusa/Fim
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.2008-04-29 17:40:03

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